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la fotografia es de la Paz Bolivia 2017 , autor luis pedro mujica

sábado, 16 de diciembre de 2017

NEM-NENS": 25,8% DOS JOVENS DE 16 A 29 ANOS NÃO ESTUDAM NEM TRABALHAM

"Nem-nens": 25,8% dos jovens de 16 a 29 anos não estudam nem trabalham
Dados do IBGE mostram que 25,8% dos jovens de 16 a 29 anos não estudam nem trabalham. Negros e pardos são os mais atingidos
  Letícia Cotta* , Ingrid Soares - Especial para o Correio
Carlos Vieira/CB/D.A Press
Davi: "As empresas procuram quem já entende, quem tem experiência e portfólio. Não dão chance de aprender"
Apesar de trabalhar desde cedo, a juventude brasileira foi a mais afetada pela crise econômica. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que 11,6 milhões dos jovens na faixa dos 16 aos 29 anos estão sem trabalho e sem estudo. São os “nem-nens”.
Morador de Ceilândia, Vitor Eduardo Bezerra, 25 anos, ficou um ano desempregado, sem estágio ou emprego fixo. Após terminar a pensão pós-morte que recebia do pai e faltando um ano para terminar a faculdade de direito, teve que largar os estudos por não conseguir manter-se. Há um mês, ele conseguiu uma ocupação, mas fora da área. “Não achei nada. Fiquei sem condição alguma. Larguei a faculdade, estou em um subemprego para custear a minha vida até juntar dinheiro para poder voltar, mas ano que vem acho que ainda não dá. Também vou estudar para concurso em casa. É a saída que vejo.”
Bezerra reclama que as empresas têm receio de contratar os jovens. “A maioria das empresas discrimina quem está começando. A expectativa dos empregadores é muito alta em relação a quem está iniciando. Só que não corresponde à realidade e precisamos de uma chance para aprender.”
Pobreza extrema avança e atinge 24,8 milhões de brasileiros em 2016
Davi Liksan, 20 anos, ficou desempregado em 2016. O estudante de publicidade participou de entrevistas de emprego, mas não conseguiu a vaga. Para se virar na crise, aceitou um emprego de auxiliar de lavanderia. “Procurei estágio na minha área, fiz várias seleções, mas foi um ano muito difícil. As empresas procuram quem já entende, quem tem experiência e portfólio. Uma situação muito triste, porque não dão chance de aprender.”
 Ele conta que a crise também afetou o consumo. “No mercado, gasta muito e sai com quase nada.Ajudo com as contas de casa e, no final, não sobra nada”, aponta. Segundo a pesquisa, entre os homens, 60,5% se encontravam trabalhando, contra apenas 44,8% das mulheres que se inseriram no mercado.
 Informalidade
 Em relação à formalidade do trabalho dos jovens, houve um recuo de 0,3% nos últimos anos (com 2012 registrando 58,7%, e 2016, 58,4%) que reflete na informalidade. O número de jovens sem carteira assinada foi o mais alto entre os demais grupos etários, com 22,1%.
 A maior parte dos jovens que não estudam nem trabalham tem apenas o nível fundamental incompleto ou equivalente, e a desigualdade aumenta ainda mais entre negros e pardos, que representam 29,1% dos sem estudo e trabalho, em contrapartida a 21,2% dos brancos. Não surpreende, porém, que as mulheres sejam o grupo mais afetado pelo fenômeno: 37,6% das jovens negras ou pardas se encontram nessa situação.
 Isso se reflete na condição de vida das brasileiras, já que 34,6% delas responderam “ter que cuidar dos afazeres domésticos, do(s) ou de outro(s) parente(s)” quando questionadas do por que não procuram uma ocupação. Para terem seu “ganha pão”, porém, 92,1% das jovens “nem-nem” afirmam cuidar de moradores do domicílio ou parentes e afazeres domésticos.
 A realidade do jovem brasileiro não é fácil, já que 39,6% afirma ter começado a trabalhar até os 14 anos, principalmente no grupo que tem o ensino fundamental incompleto. Trabalhadores negros ou pardos representam 42,3% dos que começaram a trabalhar cedo, contra 36,8% dos brancos — com homens (45%) começando mais cedo que mulheres (32,5%).
 O economista e professor de administração pública da Universidade de Brasília (UnB) José Matias-Pereira avalia que os dados são preocupantes. “Os jovens são os mais afetados, porque não têm experiência, os especializados são os últimos a serem demitidos. E perdem duas vezes. Perdem na retomada com pessoas competindo com mais capacidade e sem oportunidade de ingressar no mercado de trabalho.”
 Principais pontos
 Confira alguns dados da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017, divulgada ontem pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE):
 » Desemprego
Nos últimos quatro anos, o número de jovens (16-29 anos) que não estavam ocupados e nem estudavam (os chamados
“nem-nens”) chegou 25,8% dessa faixa etária. São 11,6 milhões de pessoas nessa situação. O nível de ocupação desse grupo etário diminuiu de 59,1% (2012) para 52,6% (2016). Entre os homens, 60,5% têm algum tipo de ocupação. O percentual cai para 44,8% entre as mulheres. O Amapá é o estado que lidera o ranking de taxa de desocupação.
» Empregos formais
Apesar de a taxa de empregos formais ter recuado 0,3%, 33,9% dos jovens estão inseridos no comércio e na reparação; ou na indústria (28,7%).
» Menor renda
A faixa etária de 16 a 29 anos é a que teve a menor renda, com
R$ 1.321, o que equivale a uma queda de 1,5% em seu rendimento médio real. Os ganhos são inferiores à média nacional (R$ 2.021).
» Pobreza extrema
Os dados mostram que, em 2016, 12,1% das pessoas vivem em situação de pobreza extrema, sobrevivendo com até 25% abaixo do mínimo (que, na época, era R$ 880). São 24,8 milhões de brasileiros. Negros e pardos representam 72,9% de pessoas em situação de pobreza. E as mulheres são as que mais sofrem com essa realidade, já que, das pessoas atingidas, 33% são homens negros e 34,3% mulheres negras. Esse número se contrapõe aos 15,3% e 15,2% de homens e mulheres brancos registrados, respectivamente.

*Estagiária sob supervisão de Roberto Fonseca TOMADO DE CORREIO BRAZILIENSE 

EN CUBA TOLERANCIA CERO A LAS DROGAS

 TOLERANCIA CERO A LAS DROGAS
Cuidar entre todos el futuro de los jóvenes
Ante un escenario de incremento sostenido de las producciones, oferta y consumo de drogas a nivel internacional, Cuba ha mantenido su política de tolerancia cero al tráfico, y de prevención hacia su ciudadanía
DROGAS
Foto: Pastor Batista
Ante un escenario de incremento sostenido de las producciones, oferta y consumo de drogas a nivel internacional, Cuba ha mantenido su política de tolerancia cero al tráfico, y de prevención hacia su
ciudadanía.
Lograr ese equilibrio entre el enfrentamiento y las acciones preventivas ha sido posible gracias a la integración de diversas instituciones y la sociedad, aspectos a los cuales hizo referencia el programa televisivo Mesa Redonda de este viernes.
El coronel Juan Carlos Poey Guerra, jefe de la Dirección Nacional Antidroga del Ministerio del Interior (Minint), significó el fortalecimiento de la preparación y participación de los órganos, organismos y organizaciones de masas que intervienen en ello, como parte de la Comisión Nacional de Drogas, la cual cumple 20 años de creada en el 2018.
Es una labor que ha conllevado el análisis permanente sobre el fenómeno y sus tendencias, en función de minimizar su posible impacto, y que a nivel comunitario lleva adelante el pesquizaje activo, para determinar qué personas precisan de ayuda, propiciar su rehabilitación y la reinserción en la sociedad.
Estrechan sus manos en ese propósito los ministerios de Educación, Trabajo y Seguridad Social, Cultura, Educación Superior, el Inder y las organizaciones estudiantiles y juveniles.
Poey Guerra explicó que «se perfecciona el modelo de actuación ante hechos relacionados con las drogas en el sector educacional; se fortaleció el trabajo preventivo de las fuerzas públicas de la policía y se ha implementado un sistema de aviso nacional que permite evaluar puntualmente cada una de las incidencias».
La integración de los factores es vital en el enfrentamiento a las drogas, insistió. «Las estructuras de dirección de los principales organismos, órganos y organizaciones de masas han recibido información sobre los riesgos, las tendencias y amenazas en función de ir actualizando cada una de las estrategias y de impactar en la delincuencia en cada uno de estos escenarios».
«El sistema ministerial de enfrentamiento del Minint, de conjunto con las Fuerzas Armadas Revolucionarias (FAR), la Aduana General de la República (AGR) y el pueblo, han ido fortaleciendo la capacidad de descubrimiento e investigación en los principales escenarios de actuación de la delincuencia, que se centra en el litoral costero, las zonas montañosas y las fronteras estatales», resaltó el Jefe de la Dirección Nacional Antidroga.
De igual forma precisó que se mantiene también el despliegue de las fuerzas y medios de las Tropas Guardafronteras, con participación de los destacamentos Mirando al mar, lo que ha permitido mantener alejada de nuestro país la incidencia de organizaciones criminales vinculadas al tráfico de drogas.
En el 2017 se interceptaron 251 recalos, lo que significó la ocupación de 4,5 toneladas de drogas en el territorio nacional. Estos recalos son un riesgo potencial como fuente de suministro, por lo que fueron investigados y determinados los autores de 18 escamoteos, resultando detenidos 65 nacionales, dio a conocer el coronel Juan Carlos Poey Guerra.
Para protección de la frontera aérea se han adquirido medios técnicos para el control de la carga de los pasajeros, lo cual ha sido fundamental en la detección de la droga ingestada.
«El desarrollo de la técnica canina también ha jugado un papel importantísimo, así como la integración del Minint con la Aduana y las administraciones. Durante el 2017 se han desarrollado ejercicios prácticos en los aeropuertos internacionales para evitar la entrada de drogas. En este sentido se desarrolla una permanente preparación de las tropas que intervienen en el proceso».
De suma importancia ha sido la cooperación internacional con los servicios homólogos y se desarrolla la asistencia penal internacional con organizaciones como la Interpol, la Organización Mundial de la Aduana y otras instituciones.
«Un mayor enfrentamiento y respuesta a partir del trabajo integrado de todos los factores en nuestro país ha sido decisivo en el enfrentamiento al tráfico de drogas y la organización de un posible mercado interno. Estos resultados impiden que nuestro país sea utilizado como puente del tráfico internacional y que se establezca una red interna de comercio de drogas. Por ende, persiste la demanda del perfeccionamiento porque las amenazas y complejidades son superiores», precisó Poey Guerra.
TODAS LAS MANOS, PARA PREVENIR
El tema de la drogas tiene una alta incidencia a escala mundial y son los jóvenes sus principales víctimas en los países donde el enfrentamiento a este flagelo no se articula de manera eficiente, llamó la atención Susely Morfa González, primera secretaria de la Unión de Jóvenes Comunistas, al intervenir en la Mesa Redonda.
Es necesario recordar a nuestro Comandante en Jefe cuando en la VI Cumbre Iberoamericana de jefes de Estado y del Caribe alertaba sobre las secuelas del consumo de drogas en la sociedad. En este sentido, precisó la dirigente juvenil, hay que destacar que nuestro país cuenta con una unión multifactorial, con instituciones que protegen a nuestros niños, jóvenes y adolescentes contra este flagelo. En Cuba se garantizan, además, como un derecho, los tratamientos de desintoxicación y rehabilitación que en otras partes del mundo son altamente costosos.
El sistema nacional de salud, desde el 2013, tiene estrategias dirigidas a la población infanto-juvenil, significó la doctora Idelys Calvero Aris. Trabajamos en la percepción de riesgo, educar en el riesgo es la primera acción, afirmó.
Todas las instituciones de este sistema, fundamentalmente en la comunidad, se involucran en las acciones, dirigidas a la pesquisa activa en cada barrio; la fiscalización de los medicamentos, desde el expendio en las farmacias hasta la prescripción médica; pero el mayor énfasis está en la promoción y educación para la salud, para fomentar la cultura del nunca jamás, la cultura del no empezar.
Hay que detenerse en ese primer momento de contacto con las drogas, cuando los adolescentes se enfrentan a lo nuevo, en una etapa en la que tienen la sensación de que son indestructibles, de que nada va a sucederles. La curiosidad motiva muchas veces ese acercamiento, ya sea al alcohol, al
cigarro, los sicofármacos, hasta las drogas más duras.
A esa necesidad de estar atentos en la familia, la comunidad, la escuela y el sistema de salud, se refirió la sicóloga, quien resaltó que el consumo de drogas es un problema multifactorial y por tanto todos deben integrarse para la prevención, que es lo único que puede evitar el daño que estas causan.
Los centros de enseñanza del país, en su misión de formar para la vida, desempeñan un papel imprescindible en este sentido, aseguró la Doctora Irene Rivera Ferreiro, viceministra de Educación.
A lo largo de los años hemos ido acumulando experiencias para enfrentar este mal que, si bien no es considerado un problema en nuestra sociedad, no pasa desapercibido, añadió.
«El Ministerio de Educación (Mined) –explicó– propone que al tema de las drogas se le dé un enfoque preventivo en todos los niveles de enseñanza. Promovemos una cultura de rechazo y mostramos que esa no es una opción para nuestros jóvenes».
En este nuevo curso el Ministerio se está centrando en la capacitación de docentes, familias, y estudiantes. En ese orden, aseguró la Viceministra: «Son los maestros  los encargados primeramente de sensibilizar a las familias, para que en los hogares exista una mejor coordinación y coherencia alrededor de los más jóvenes».
También hemos preparado materiales educativos a disposición de todos en los centros de enseñanza. Es el caso de Luces para la vida, un libro que «no trata sobre las drogas, sino que ayuda a desarrollar habilidades necesarias en la vida, como manejar el estrés o las emociones, por ejemplo. Si dominan esos aspectos, sabrán decirles no a las drogas», comentó la funcionaria.
Convocatorias para concursos, el desarrollo de aplicaciones para móviles, juegos didácticos y audiovisuales, son algunas de las propuestas en las que trabaja el Mined con el fin de alertar y prevenir a las familias cubanas sobre los daños del consumo de drogas.
Cada escuela tiene su propia estrategia. De todos modos, «no nos desvinculamos de las regiones o centros donde existan casos específicos, o donde se hayan dado hechos vandálicos, para sumarnos a la protección del estudiante junto a la dirección del instituto», aclaró Irene Rivera Ferreiro.
El trabajo es conjunto y en él intervienen el Mined, todas las organizaciones juveniles, la Fiscalía, oficiales de Atención a menores y personas de los Departamentos de Salud Mental.
CON LA IMPRONTA DE LOS JÓVENES
«La UJC no es solo una organización política, también tiene la misión de formar los más altos valores en los adolescentes y jóvenes dentro de nuestro sistema socialista y nuestra Revolución», afirmó Susely Morfa.
Es imprescindible hacer conciencia sobre el escenario que nos ha tocado vivir, un escenario que dista del que vivieron nuestros padres, marcado por el desarrollo de las nuevas tecnologías que se emplean –ya sea a través de series u otros productos de entretenimiento–, para legitimar como paradigmas de éxito personajes ligados al mundo de la droga. Esto forma parte de los intentos de influir en las mentes de nuestros muchachos, de manipularlos e incitarlos a hábitos nocivos de consumo, añadió.
El Ministerio de Educación, comentó la Viceministra, está propiciando la formación de promotores, jóvenes o adolescentes que desde sus aulas ayuden e instruyan a sus propios compañeros a no adentrarse en el mundo de las drogas.
Esta idea surgió de los estudiantes. Encuestas realizadas por la institución dieron como resultado que el 33 % de los adolescentes y jóvenes conversan con sus amigos de aula y contemporáneos sobre estos temas.

Hay que destacar el papel de las organizaciones juveniles como la Federación de Estudiantes de la Enseñanza Media (FEEM), que ha desarrollado una ardua labor en la preparación de más de 10 000 de esos promotores, significó la Primera Secretaria de la UJC. Ellos realizan una actividad eficaz a partir del empleo de los mismos códigos y medios con los que se comunican hoy en los diferentes grupos sociales.
«El trabajo multifactorial de estos grupos con los diferentes ministerios permitió que su impacto llegara a más de mil centros educacionales en todo el país, a más de 160 000 estudiantes y a más de 170 000 padres para trabajar de conjunto en la consolidación de la conciencia familiar y en la educación de nuestros jóvenes».
La dirigente juvenil destacó también que «para lograr sistematicidad, el Centro de Estudios sobre la Juventud investiga acerca del adolescente cubano, sus hábitos de consumo cultural, necesidades y poblaciones vulnerables dentro de este sector a fin de estructurar proyectos que permitan crear los espacios de esparcimiento y recreación que ellos necesitan, sobre la base del bienestar y el crecimiento cultural y espiritual».
La Federación Estudiantil Universitaria (FEU) igualmente está realizando aportes en este frente, con su impacto en las comunidades. Tenemos claridad del fenómeno, pero hay que destacar el esfuerzo de nuestro Estado y Gobierno que se preocupan y ocupan de nuestra juventud y nuestra niñez. Además tenemos instituciones a las que queremos agradecer por su trabajo en el mantenimiento de nuestra salud mental y física, dijo Morfa González.

Por último, expresó que «el enfrentamiento a las drogas es una tarea de todo el pueblo, en la que debemos accionar con habilidad e inteligencia en medio de la crisis de valores que caracteriza al mundo hoy. Para nosotros es un enorme privilegio vivir en Cuba, y eso tenemos que valorarlo porque son nuestras conquistas las que definen el camino certero en el andar de nuestros jóvenes». TOMADO DE LA GRANMA DE CUBA 

47 ALCALDÍAS DEBERAN ADECUAR SISTEMA DE BASURALES

 Las 47 alcaldías tendrán que adecuar sus botaderos
Cochabamba
El botadero a cielo abierto de Vinto. | Daniel James
Pamela Apaza
La Gobernación exigirá que, a partir del próximo año, los 47 municipios implementen un sistema integral de tratamiento de residuos sólidos.
Desde la vigencia de la Ley de Residuos Sólidos, en 2016, el tratamiento de la basura debe ser una prioridad.
Pero, la realidad es muy distinta. La contaminación  y la falta de tratamiento de los residuos sólidos se incrementan. La gente echa sus residuos a los ríos, quebradas y caminos.
La secretaria de los Derechos de la  Madre Tierra, Soledad Delgadillo, informó que se realiza un diagnóstico del manejo de los residuos  en los 47 municipios.
El estudio concluirá los próximos días, por lo que a partir del 2018 se hará un seguimiento a la implementación del tratamiento.
“A partir de este diagnóstico tendremos el instrumento para hacer el seguimiento, porque según la ley y su reglamento, los municipios tienen un plazo para implementar  un sistema”, declaró.
La Gobernación hará el seguimiento a partir de 2018 para que los municipios asuman medidas para pasar de usar botadero a un sistema de gestión integral de residuos.
Conflictos
Más  del  50 por ciento de los municipios en Cochabamba registraron conflictos con los vecinos y comunarios a consecuencia de los botaderos con el argumento de que son un foco de infección y contaminan.
El último conflicto sucedió en Vinto donde vecinos de Kuturipa y Alto Cercado cerraron el botadero.
LA GENERACIÓN DE BASURA EN EL EJE
A la fecha son pocos los municipios que empezaron con la socialización de reciclaje de la basura, pero la mayoría no empezó el trabajo.

A nivel departamental, los siete municipios del eje metropolitano: Cercado, Quillacollo,  Sacaba,  Colcapirhua, Tiquipaya, Vinto y Sipe Sipe son los que generan mayor cantidad de basura.  Las alcaldías llegan casi a mil toneladas al día.  Tomado de los tiempos de Bolivia 

REGINA TCHELLY UN EJEMPLO A SEGUIR

 Regina Tchelly: verde esperanza para el hambre mundial
En Río de Janeiro, una lúcida cocinera sin traje de heroína enseñó en las favelas a cultivar cada rincón de tierra y a preparar platos hasta con los tallos
POR Ximena Sáenz 
Foto: Gentileza Favela Orgánica
¿Recuerdan la regla de tres simple que aprendimos en la primaria? Si Pepito tiene 10 manzanas y además de él hay 4 invitados... ¿cuántas manzanas podrá comer cada uno? La respuesta a esa pregunta es 2. Ahora bien, continuando con esa lógica, intentaremos responder a este nuevo problema: si en el mundo se producen alimentos para 12.000 millones de personas y en 2016 la población mundial llegó a 7.400 millones. ¿Cuántas raciones de comida podría comer cada uno? La respuesta matemática a esta pregunta es 1,6. Es decir, en el mundo hay comida suficiente para que cada persona coma más de una ración y media diaria si quisiera.
Pero esto no sucede. Y la verdadera respuesta a la pregunta de arriba es inquietante. Durante 2016, según la Organización de las Naciones Unidas para la Alimentación y la Agricultura (FAO, por su sigla en inglés), 815 millones de personas en todo el mundo sufrieron hambre o alguna forma de malnutrición.
Las razones por las que todavía hay hambre en el mundo son varias y complejas, pero inaceptables. Son económicas, sociales, demográficas y filosóficas. Podemos pensar en palabras viles, como avaricia, egoísmo, despilfarro, acopio. También podemos pensar en palabras aparentemente más zonzas, como descuido.
Sí, descuido. En el mundo se tiran 1300 millones de toneladas de comida cada año. Eso equivale a un tercio de la comida producida en todo el planeta. Es fácil indignarse con los malos que tiran esas toneladas al tacho de basura y cerrar el anuario en esta misma página. Pero me gustaría reflexionar sobre ellos, ponerles cara. ¿Quiénes son los malos de esta película? ¿Quiénes son los seres monstruosos que tiran la comida? Los productores, los supermercados, los restauranteurs y cada uno de nosotros. Todos somos parte activa de este dilema. Tiramos comida porque se nos pudrió en la heladera, porque compramos demasiado.
Nuestras abuelas no tiraban la comida ni vivían en un mundo de aparente superabundancia en el que el hipermercado ofrece verduras perfectas y ofertas 2 x 1. Algunas tenían su huerta o iban cada tanto a algún mercado local y cocinaban con lo que tenían hasta que no quedara una migaja. Las mejores recetas tradicionales de todas las regiones contienen ingredientes básicos y recetas de reciclaje: los kniches de papa, el budín de pan, la panzanella italiana, los buñuelos de cualquier cosa.
En este marco, ¿quién es Regina Tchelly? Una lúcida cocinera brasileña que vio esta problemática en su comunidad. Nació en Paraiba, al norte de Brasil. Creció en una familia de escasos recursos que no desperdiciaba nada. En la casa de Regina se usaba todo. Un trozo de pan de días anteriores, las pieles de algunas verduras, semillas. También aprovechaban cada pedacito de tierra disponible para cultivar las verduras para el día a día. A veces lo olvidamos, pero podemos tener una pequeña verdulería en la parte de atrás de nuestra casa.
Regina fue madre muy joven y tuvo que viajar a Río de Janeiro para trabajar como empleada doméstica y mantener a su familia. Allí se horrorizó al ver cómo se desperdiciaba comida. Y en lugar de amargarse y continuar con su vida, decidió intervenir, generar un cambio. Comenzó con su proyecto Favela Orgánica, que lleva a cabo en la Favela Babilonia y Chapéu Mangueira, cultivando cada pedacito de tierra disponible que encontraba en la favela y dando clases a otras mujeres de su comunidad para enseñarles a cocinar sin desperdiciar absolutamente nada: "hasta el tallo". Utiliza las hojas que ya no están tan lindas para pasteles o buñuelos, las pieles de papas y zapallos, las semillas y todo lo que encuentra. Hoy en día Favela Orgánica es una empresa de catering y una escuela de cocina.
Regina es sonriente, positiva, graciosa y por sobre todas las cosas es inspiradora. Su energía desbordante y alegre parece ser la mejor forma de enfrentar el desolador fantasma del hambre mundial. Porque es importante comprender que el hambre en el mundo suena inabarcable pero empieza justo en nuestro tacho de basura.

DEL EDITOR: por qué es importante. La brasilera, de 35 años, fundó Favela Orgánica y generó una pequeña revolución para el problema de la alimentación TOMADO DE LA NACION DE AR 

PAGANDO PARA PLANTAR TÓXICOS QUE PRODUCEN CÁNCER DE PULMÓN


Retoman gestiones para el envío de $60 millones a tabacaleros
La Cámara del Tabaco de Corrientes comunicó que el jueves se reinició el trámite para el envío de $60 millones destinados a los productores. Aclararon que el expediente estuvo inmovilizado debido a que en dicha jornada fueron habilitadas las firmas de los nuevos funcionarios, lo que permitirá dar el avance correspondiente.
“Hemos solicitado por favor, se diligencie de inmediato dicho expediente en la oficina de fiscalización donde estaba ayer (jueves), para que en lo posible, hoy mismo llegue a la oficina de jurídicos”, indica la nota firmada por el presidente de la Cámara del Tabaco, Luis Saccarello.
Desde la entidad indicaron que seguirán de cerca el expediente y mantendrán informados a los tabacaleros. TOMADO DE EL LITORAL DE CTES AR

NOTA: ES UN VERGÜENZA SE PAGUE A QUIEN PLANTA TABACO EN VEZ DE DESTINAR A LOS ENFERMOS DE CANCER AL PULMON EL DINERO RECAUDADO CON EL IMPUESTO AL TABACO 

ATENCION EEUU , NO ESTAS SOLO CUANDO ESTAS ANGUSTIADO

Usted no está solo
¿Se siente angustiado? Es importante que sepa que no está solo. Las fiestas de fin de año pueden ser difíciles para muchas personas. Si se siente triste o deprimido, no espere para buscar ayuda.

Llame a la Línea Nacional de Prevención del Suicidio al 1-888-628-9454. Una persona entrenada le contestará en español. Su llamada es confidencial.

viernes, 15 de diciembre de 2017

IDEAS PARA RECICLAR PLÁSTICOS

Ideas para elaborar productos con envases de plástico
Medio Ambiente
Reciclar y reutilizar los envases de plástico como botellas de agua, de refrescos, de bebidas deportivas, de zumos y otros es un aporte para la conservación del medio ambiente. | Los Tiempos
Jardín original. | pinterest.com
Organizadores. | Archivo
Lámpara. | pinterest.com
Joyeros. | magazine.com
Los envases de plástico son útiles, cómodos y prácticos al momento de utilizar el contenido, pero también son altamente contaminantes. Dependiendo del plástico, éste puede tardar entre 100 y 1.000 años en degradarse, provocando un impacto negativo en el medio ambiente. Constituye una de las principales causas de contaminación en el mundo.
La responsable de Swisscontact, Carola Ortuño, menciona que hoy en día en el país se promueve el consumo de plásticos hasta para comprar el pan. “Somos una sociedad que exagera en el uso de estos recursos”, dice.
Explica que la población también debe incorporar a su estilo de vida el consumo responsable, esto involucra considerar las consecuencias medioambientales posteriores al desechar los productos de plástico, siendo que se pueden reutilizar y reciclar.
Como ejemplo, se menciona a la tienda Nómada, compuesta por siete socias que dedican su tiempo a elaborar nuevos productos hechos de envases de plástico, bolsas nailon, Cd’s, papel reciclado, alambres y otros materiales. Obtienen creativas y llamativas mercancías, como bolsos, carteras, agendas, arreglos florales, aretes y un sinfín de cosas más.
Una de las socias, Judy Rojas, indica que el consumo de botellas y bolsas de plástico es despiadado y son elementos que contaminan el medio ambiente. “Uno piensa que son desechos, pero en realidad, con creatividad y voluntad, se puede dar una segunda utilidad”, reflexiona.
Maricruz Zalles, copropietaria de Corcholata, empresa que también se dedica a la reutilización de diferentes materiales, explica que en casa se puede contribuir al medio ambiente con la ayuda de pequeños hábitos.
Con los envases de plástico se pueden crear nuevos objetos y diseños interesantes, y con imaginación se logran resultados sorprendentes.
Zalles manifiesta que es importante separar y clasificar los desechos para evitar que los envases de plástico se contaminen y posteriormente se deba lavar y descontaminar el material para reutilizar. A continuación se brindan ideas para la creación de productos que serán de mucha utilidad:
1. Jardín original
Las botellas de plástico usadas para bebidas de gaseosa o agua se pueden utilizar para maceteros y de esta manera tener un lindo jardín vertical adornando las paredes del hogar o incluso fabricar macetas con diferentes formas de animales.
2. Organizadores
En casa se acumulan envases de diferentes tamaños y colores. Si se tienen niños en casa, se puede fabricar portalápices de diferentes tamaños con personajes animados de televisión, rostros que expresen diferentes estados de ánimo o monstruos con caras divertidas.
3. Lámparas
También se pueden elaborar lámparas y tener una decoración original para los distintos ambientes del hogar.
Se puede optar varios estilos y poner el toque personal en ellos.
4. Joyeros
Utilizando la base de las botellas de plástico se pueden elaborar joyeros para tener a la mano los collares, aretes, pulseras a la mano, y mantener la gama de joyas ordenadas, ahorrando tiempo a la hora de alistarse.
En realidad, existen muchas ideas para reutilizar los envases de plástico, incluso, se pueden crear muebles, sofás y mesas. ¡Hasta casas!
Las opciones son amplias, sólo se necesita creatividad, imaginación y voluntad para evitar desechar este material que puede ser de gran utilidad.
En YouTube se pueden encontrar fantásticas ideas que explican los procedimientos paso a paso para empezar a sumergirse en este increíble mundo del reciclaje y la reutilización.
Zalles recomienda el canal de YouTube“Luz Mireya Martínez”.
 "Podemos utilizar no sólo los envases de plástico, sino todo aquel material que pensamos que es basura, entre ellos Cd’s, vinilos, disquetes, bolsas nailon, fierros, papel reciclado y otros. Con mucha imaginación podemos crear objetos interesantes"Debbie Domínguez. Socia de la tienda Nómada
 ¿CONOCES LAS 5 RS?
Reducir. Evitar comprar objetos innecesarios o que tengan poca durabilidad.
Reutilizar. Usar las cosas a su máximo potencial o buscarles un uso adicional.
Reciclar. Existen muchos materiales que son materia prima para algunas industrias como el papel, vidrio y metales entre otros.
Reparar. Se pueden arreglar algunos objetos o artefactos para alargar su tiempo de vida.
Regalar. Muchas cosas que están en buen estado y ya no se necesitan pueden ser muy útiles para otros.

Tomadode los tiempos de Bolivia 

CONTROL VECTORIAL EN ZONA DE FRONTERA

HABRA UN ENCUENTRO EN URUGUAYANA PARA COORDINAR ACCIONES
Por enfermedades vectoriales, en Salud elaboran un plan en zonas fronterizas
Conformarán un equipo hoy en Paso de los Libres y proyectan sumar otros actores para prevenir brotes que se dan en otros países.
Por la temporada de verano, las condiciones metereolpgicas y los viajes a zonas endémicas, desde el Ministerio de Salud de la Provincia están elaborando un plan para afianzar el control contra el dengue, zika y chikungunya. En este sentido, la doctora Claudia Campias, quien sigue trabajando en el área sanitaria a cargo del tema (como asesora en medio de un proceso de transición), comentó que hoy se reunirán en Paso de los Libres para conformar un comité que colabore contra el vector en zonas fronterizas. 
“Veníamos elaborando  programas para llevarlos adelante durante el verano y, por el compromiso que tengo con un equipo de profesionales, sigo trabajando en Epidemiología, estamos en un proceso de transición, no podemos bajar las persianas de un día al otro cuando hay compromisos asumidos”, dijo la ex directora de Epidemiología de la Provincia y actual concejal, Claudia Campias. Cabe recordar que así como adelantó a El Litoral el ministro de Salud, Ricardo Cardozo, la reemplaza Gustavo Fernández  quien estaba a cargo del Laboratorio de la Provincia.
Respecto a los proyectos inmediatos que estarán realizando en los próximos días, sostuvo: “Mañana (por hoy) tenemos una reunión para organizar tareas en la frontera, tenemos que seguir ocupándonos fuertemente del dengue y las demás enfermedades vectoriales, por estar tan cerca de  países como Brasil donde hay brotes. Estaremos conformando comités en Santo Tomé y Paso de los Libres”.
La reunión que se llevará adelante hoy será en Paso de los Libres,  para “organizar  un equipo en esta ciudad, y la semana que viene, entre martes y miércoles, habrá un encuentro con el consulado en Uruguayana (ciudad brasileña)”. “No se puede trabajar sólo de un lado de la frontera, no sirve, hay que ocuparnos desde los dos lados y no queremos que haya un brote en Corrientes por eso nos ocuparemos del tema”, sostuvo Campias a este diario.
A la vez, precisó que “seguiremos haciendo las cosas básicas como la entrega de folletos, haciendo prevención y promoción de la salud”. “Nos interesa sumar otros actores, necesitamos colaboración, por ejemplo, de medios de comunicación o comercios como supermercados, además de organizaciones intermedias, buscaremos  trabajar en equipo así como lo hicimos en Capital para frenar cualquier brote posible”, indicó la doctora.
Alacranes
En la jornada de ayer, enviaron desde Salud Pública un comunicado donde advierten la presencia de alacranes e informan sobre cómo cuidarse ante los mismos.
En este sentido, la doctora Campias aseguró a El Litoral que “no se  han presentado casos en Corrientes, pero por la época del año sabemos que puede surgir alguno, así como  mordeduras de víboras sobre todo en zonas rurales de la provincia, donde muchos niños andan solos durante la siesta y pueden ser atacados”.

  “En las casas se sugiere alejar las camas de las paredes, sacudir la ropa de cama antes de acostarse o acostar un bebé o niño, revisar y sacudir prendas de vestir, y calzados, no caminar descalzo en especial en horas de la noche, colocar telas metálicas en las rejillas y desagües. Estas medidas también deben adoptarse en los lugares de veraneo o de recreación”, escribieron en un comunicado. tomado de el litoral de ctes ar 

NUEVAS PUBLICACIONES SOBRE CAMBIO CLIMÁTICO

 CONAF: Nuevas publicaciones sobre cambio climático
 Santiago, Chile, viernes 15 de diciembre de 2017, CONAF.- Estimados, les envío las nuevas publicaciones que se han generado en el marco de la Estrategia Nacional de Cambio Climático y Recursos Vegetacionales (ENCCRV) (2017-2025) de Chile en el mes de noviembre 2017, adjunto su respectivo link de descarga. Nota Informativa 14. Modelo Financiero para la Estrategia Nacional de Cambio Climático y Recursos Vegetacionales (ENCCRV) (2017-2025). http://www.enccrv-chile.cl/index.php/capacitate/publicaciones-categoria/127-notas-informativas Nota Informativa 15. Proyecto de Restauración de Tierras en la Comuna de Ovalle, Región de Coquimbo en el marco de la fase de implementación de la Estrategia Nacional de Cambio Climático y Recursos Vegetacionales (ENCCRV) (2017-2025). http://www.enccrv-chile.cl/index.php/capacitate/publicaciones-categoria/127-notas-informativas Nota Informativa 16. Diagnóstico de medios, estándares y actores involucrados en el proceso de comercialización de leña, en el marco de la Estrategia Nacional de Cambio Climático y Recursos Vegetacionales (ENCCRV). http://www.enccrv-chile.cl/index.php/capacitate/publicaciones-categoria/127-notas-informativas  Si requieren material impreso de algunas de estas publicaciones por favor nos indican cantidad y dirección para despacharlo.
Muchas gracias.
Angelo Francesco Sartori Ruilova
Jefe Unidad de Cambio Climático y Servicios  Ambientales (UCCSA)
Gerencia de Desarrollo y Fomento Forestal (GEDEFF)
Corporación Nacional Forestal (CONAF)
Paseo Bulnes N°377, oficina 207, Santiago-Chile
5626630324

tomado de envio de boletín gal de chile 

jueves, 14 de diciembre de 2017

ARDE PARQUE NACIONAL TUNARI

El Tunari soporta otra amenaza de incendio forestal
Cochabamba
El humo que provocó el chaqueo en el Tunari. | Daniel James
El Parque Nacional Tunari reportó ayer por la tarde una nueva amenaza de incendio a causa de un chaqueo que se salió de control, en la zona del cañadón de Taquiña, a la altura del kilómetro 14 siguiendo la avenida Blanco Galindo.

Al punto asistieron brigadistas del SAR Bolivia que informaron que se trataba de un chaqueo en una propiedad particular. “El incendio se ha dado en uno de los terrenos de los lugareños. Cuando los brigadistas llegaron, ya se había controlado el fuego, que no se requirió la intervención de los voluntario”, comentó el jefe del SAR-Bolivia, Bernardo Aranibar. Tomado de los tiempos de Bolivia 

DOMINIO DE LA REPRESA YACIRETA

Sancionaron la ratificación de dominio sobre Yacyretá
 La Cámara de Diputados convirtió en ley el proyecto de ratificación del dominio originario provincial sobre la represa hidroeléctrica Yacyretá. La iniciativa está en consonancia con la política energética que impulsa Gustavo Valdés.
Diputados convirtió en ley el proyecto de autonomía energética, que promueve la ratificación del dominio de la Provincia sobre Yacyretá. Con la iniciativa se abre la puerta a la posibilidad de acceder libremente a una parte de la energía que produce la represa hidroeléctrica por el uso de sus recursos naturales.
En la segunda sesión extraordinaria, la Cámara baja sancionó la ratificación del dominio originario de la provincia de Corrientes sobre “los recursos naturales de índole hídrica ubicados en territorio provincial”, en el complejo binacional hidroeléctrico Yacyretá, según expresa el artículo 1 de la normativa, conforme al artículo 124 de la Constitución Nacional.
En su artículo 2, la norma  clarifica que busca “reivindicar como de dominio provincial el Complejo Binacional Hidroeléctrico Yacyretá en la parte que le corresponde a la República Argentina, por razones de reparación histórica, Cláusula para el Progreso del artículo 75 inciso 18 y 19 de la Constitución Nacional, de igualdad de trato respecto de la Alta Parte Contratante (Paraguay, que aportó lo mismo que Corrientes y tiene el 50 por ciento de la represa), y de compensación por trato discriminatorio (el Tratado original previó el efecto espejo incumplido de realizar iguales inversiones para el desarrollo local y regional en ambos países contratantes)”.
La ley consta de ocho artículos y fue sancionada en la última sesión ordinaria de la Cámara alta. Fue impulsada por el senador Noel Breard. Ahora pasará al Poder Ejecutivo para su promulgación.
Ayer, además, Diputados dio media sanción al proyecto de ley que autoriza al IPS a disponer, a título oneroso, del inmueble ubicado en el barrio San Benito de la ciudad de Corrientes. Este pasará al Senado para completar el trámite parlamentario.

En la sesión, fueron varios los Diputados que hicieron uso de la palabra, siendo uno de ellos, Ernesto Meixner quien es autor de la Declaración aprobada por unanimidad, de “pesar” por el fallecimiento del vicegobernador de Formosa Floro Bogado. Por su parte, los diputados Manuel Aguirre y Horacio Pozo, se refirieron a la labor parlamentaria iniciada y agradecieron las distinciones recibidas. Además, rindieron homenaje a Juan Aguirre Lanari. Tomado de el litoral de ctes ar 

VIVIENDAS EN CUBA desafió del clima

Construcción de viviendas más cerca de ti
Enfrentar las necesidades de vivienda del país y las afectaciones de los eventos hidrometeorológicos, son sin dudas urgencias para el sector constructivo
Autor: Sumaily Pérez Carrandi El Programa de Producción Local y Ventas de Materiales de la Construcción se propone para el 2018 el incremento de todos los renglones de producción. Foto: Miguel Febles Hernández
Enfrentar las necesidades de vivienda del país y las afectaciones de los eventos hidrometeorológicos, son sin dudas urgencias para el sector constructivo. En ese camino el Grupo de Producción Local y Ventas de Materiales de la Construcción ha fijado sus horizontes para el 2018, con la concepción de que, cada vez más, sea posible gestionar la edificación de los hogares desde el propio consejo popular.
Tomás Vázquez Enríquez, jefe de dicho grupo, compartió con la prensa este miércoles la ruta por la cual se conduce este programa y en la que la solución sostenible de los áridos es un punto clave. Asegurar el crecimiento depende de identificar bien las potencialidades de cada localidad –significó– y de aprovechar al máximo todos los materiales disponibles, desde la piedra de potrero, la arena natural y el escombro generado por la población y las obras estatales.
Para el próximo año, el programa se extiende a los consejos populares no urbanos, principalmente los que cuentan con más de mil viviendas, mientras que la producción local de materiales contará con 591 bases productivas, lo que contribuirá a dar un impulso a las acciones encaminadas a solucionar los problemas habitacionales.
Asimismo, se trabaja en la introducción de experiencias novedosas, como las persianas de hormigón, la elaboración

de otros elementos de terminado de la vivienda y la posibilidad de que la industria nacional produzca los equipos que hoy son necesarios para que en la comunidad estén disponibles los elementos esenciales para la construcción TOMADO DE LA GRANMA DE CUBA 

MEDIO AMBIENTE Y FIESTAS DE FIN DE AÑO

Piense en el medioambiente durante las fiestas de fin de año
Opte por lo sostenible cuando haga compras, viaje, envíe tarjetas, decore y elija regalos para las fiestas. Al ahorrar energía y recursos, usted protege el medioambiente y resguarda la salud tanto ahora como en el futuro.
¿Es usted una de esas personas organizadas que ya están preparadas para las próximas fiestas de fin de año? ¿O todavía tiene cosas que planificar y regalos que comprar? Sea como sea, ¿por qué no le vuelve a dar un vistazo a algunas de las actividades que hace habitualmente durante las fiestas para ver si las puede hacer más “sostenibles”?
“Sostenibilidad” es el uso responsable de los recursos ambientales en el presente, de modo que las futuras generaciones tengan lo suficiente para satisfacer sus necesidades. Se trata de una noble meta; ¿de qué manera ayuda a lograr esa meta lo que haga una sola persona? Puede que usted no se dé cuenta de que ya está haciendo algo a favor de la sostenibilidad si reúsa y recicla; produce compost; camina, anda en bicicleta, usa el transporte público o conduce un vehículo de bajas emisiones; si ahorra agua y electricidad; se une a los esfuerzos comunitarios de limpieza ambiental; o si ahorra recursos de otra manera.
Mientras más personas participen en estas actividades que ahorran energía y recursos, mayor será el impacto que tendrán en nuestro planeta. Y un planeta sostenible dará lugar a que las personas y los animales que viven en él tengan una mejor salud y una vida más larga.
Para muchos de nosotros, la prioridad durante las fiestas de fin de año es pasar tiempo con la familia y los amigos. Pero esta época también puede ser un periodo en el que gastamos demasiado y desperdiciamos mucho.
Considere comprar un árbol de verdad que pueda plantar en el jardín o mantener en una maceta dentro de la casa después de las fiestas de fin de año.
Haga regalos que sean duraderos y reciclables, de bajo consumo de energía o hechos con productos naturales.
Haga los regalos con sus propias manos: teja, cosa, hornee, construya o cree sus propias obras de arte; haga calendarios con sus propias fotografías o un libro con sus recetas favoritas.
Consuma alimentos saludables y sostenibles.






Tenga en cuenta estas estadísticas:
  • En los Estados Unidos, las personas botan cerca de un 25 % más de basura entre el Día de Acción de Gracias y la víspera de Año Nuevo que en cualquier otra época del año.
  • Si cada familia en este país envolviera solo 3 regalos con materiales reusados, ahorraría la suficiente cantidad de papel para cubrir 45 000 canchas de fútbol americano.
  • Aproximadamente el 35 % de las personas en los Estados Unidos tiene en su clóset un regalo de Navidad que no ha usado y que está juntando polvo.1
Si desea incluir la sostenibilidad en sus celebraciones de fin de año, tenemos una lista de sugerencias para usted. Puede que algunas de ellas despierten su creatividad ¡y que incluso sean entretenidas!
Decore con artículos de bajo consumo de energía y duraderos.
  • Compre un árbol artificial que pueda usar por muchos años; elija el que menos energía consuma. Siempre se deben considerar primero la seguridad y el bajo consumo de energía.
  • Comuníquese con el servicio de extensión cooperativa de su estado* para averiguar qué árboles se cultivan en su área o qué árboles se cultivan de una manera que mantenga los bosques sanos y salvos.
  • Compre un árbol de verdad que pueda plantar afuera o que pueda mantener en una maceta dentro de la casa después de las fiestas de fin de año.
  • Deshágase de su árbol llevándolo a un lugar donde lo conviertan en astillas o devuélvalo al medioambiente de otra manera ecológica.
Use la energía de manera eficiente.
  • Considere usar pocas luces, o ninguna, en sus decoraciones para las fiestas.
  • Decore con guirnaldas de luces LED que consuman menos energía.
  • Conecte las luces decorativas interiores y exteriores a un temporizador (timer) para ahorrar electricidad.
  • Decore de manera creativa y económica con materiales naturales de su jardín o con artículos que ya tenga.
  • Ahorre dinero y recursos haciendo los regalos con sus propias manos.
Use menos recursos cuando vaya de compras, haga regalos y los envuelva.
  • Compre por Internet.
  • Lleve y use sus propias bolsas cuando vaya de compras. Déjelas en el auto para que estén siempre disponibles.
  • Ahorre energía cuando vaya de compras: haga varias cosas en un solo viaje, use el transporte público o comparta el automóvil con otra persona.
  • Haga regalos que sean duraderos y reciclables, de bajo consumo de energía o hechos con productos naturales. Compre regalos que sean parte de la iniciativa de “comercio justo”, que sean hechos o producidos en su área, o que sean cultivados de manera orgánica.
  • Apoye la economía de su localidad comprando productos en ferias o anticuarios locales o de comerciantes locales.
  • Haga los regalos con sus propias manos: teja, cosa, hornee, construya o cree sus propias obras de arte; haga calendarios con sus propias fotografías o un libro con sus recetas favoritas.
  • Haga regalos que también apoyen a su comunidad: boletos para una obra de teatro local, concierto, evento deportivo u otro tipo de atracción local; membresías para museos; certificados de regalo para un masaje en un spa local o para andar a caballo, o una clase para escalar rocas.
  • Regale su tiempo y sus talentos: deles cupones a las personas de edad avanzada para hacerles las tareas de la casa, comidas, labores de jardinería o limpieza, lavarles las ventanas o el automóvil, sacar a pasear sus perros, darles una clase de computación o enseñarles a usar los teléfonos inteligentes.
  • Haga donaciones a una organización de caridad o de prestación de servicios a nombre de un amigo o pariente que apoye esa causa.
  • Use los siguientes materiales para envolver los regalos de manera creativa:
    • Bufandas, telas, pañuelos.
    • Mapas viejos, hojas con música escrita en ellas, publicidad.
    • Latas reusables, bandejas para hornear u otros artículos del hogar o jardín.
    • Envíe tarjetas por correo electrónico o haga sus propias tarjetas.
    • Compre tarjetas hechas con materiales reciclados e impresas con tinta no tóxica.
    • Use el frente de las tarjetas de otros años como postales o etiquetas para los regalos.
    • Dé tarjetas que sean ecológicas.
Considere regalar juguetes que no funcionen con pilas. Si tiene que proporcionar las pilas para un regalo, asegúrese de comprar unas que sean recargables. Si a va regalar un aparato electrónico, elija uno que ahorre energía.
Consuma alimentos sostenibles, y evite los envases desechables y el exceso de empaque.
  • Busque alimentos sostenibles en su área y, si es posible, compre los que se produzcan en su localidad.
  • Compre refrigerios y bebidas al por mayor para evitar el exceso de empaque.
  • Sirva los alimentos con cubiertos, platos y vasos que se puedan lavar, en vez de usar artículos desechables.
  • Haga ponche de huevo (eggnog), chocolate caliente o té helado casero y en grandes cantidades.
¿Por qué no elegir algunas de estas ideas que serán fáciles de incorporar en sus celebraciones? No solo estará contribuyendo a la sostenibilidad y a la salud, sino que también es posible que simplifique su vida. Y puede que reciba más de lo que todos necesitamos en esta época del año: tiempo para disfrutar a la familia y los amigos, y para concentrarnos en las alegrías de esta temporada.
Referencia
  1. Vanderbilt University Sustainable Holiday Greening Guide *
* Los enlaces a sitios web pueden llevar a páginas en inglés o español.

TOMADO DE ENVIO DE CDC DE EEUU